28 de setembro de 2010

A difícil arte de escrever, sendo mãe!

Bom, já deu para perceber de início que a frequência na entrada de textos vai ser meio assim ... Quando a "Malu quiser!" ... É, Deus quer, mas a Malu tem que deixar a mãe dela sentar em frente ao PC e sentir a inspiração "baixar" para escrever.

Queria escrever primeiro uma crônica, digo ... copiar uma que escrevi ano passado e pela qual, recebi enormes elogios do Prof. Ironi Andrade, grande professor de Redação.

Não sei se era porque estava grávida (e ele quis me agradar), mas ele me chamou de Clarice Lispector de Rondônia e eu ... A-CRE-DI-TEI! Então, até que me provem o contrário, sou meio assim ... "Clarice" para os mais íntimos.

Sintam-se honrados portanto, por tudo que lerem por aqui, já que nunca fui de publicar o que escrevia! E, somente depois, desse elogio (um tanto exagerado) desse professor estimado, senti a coragem pulsar nas veias e aquilo que ficava restrito muitas vezes apenas para o meu próprio deleite (nem meu marido ou minha mãe já leram o que escrevi nos meus cadernos!), passa agora a fazer parte desses milhões de caracteres disponíveis na internet (Cuidado com o plágio que ele te pega, te pega daqui, te pega dali!).

Mas ... tem sido difícil escrever sendo mãe da Maria Luiza, tão acostumada ao colo (eu que lhe introduzi este mau-costume).

Meus pensamentos requerem a agilidade de ambas as mãos, senão eu perco o rumo e ... devaneio!

Se bem que esse é um divã, não é mesmo?

Então ...