29 de março de 2011

Mãe também fica triste ...

Ando triste.
Não sei bem ao certo o porquê. Mas estou triste.
Não que esteja enfrentando problemas, ou que a vida profissional não ande bem ...
Tudo está bem.
Mas as coisas e os fatos que me cercam, andam me deixando triste ...
Estou triste porque as pessoas estão cada dia mais intolerantes.
Estou triste porque os filhos não respeitam mais os pais, os avós ... ou qualquer outra pessoa mais velha.
Estou triste porque tem gente que não tem coragem de continuar vivendo.
Estou triste porque tem gente que só faz o mal, e está por aí, com cara de que está tudo bem.
Estou triste por mim, e pelo resto do mundo ...

E a única coisa que me faz sorrir no momento, é o sorriso banguela da minha pequena... e a cara de "onde está o chocolate?" do meu gordinho ... Nada mais, só!

25 de março de 2011

Sobre a malvadeza inata ...

Tem gente que sente prazer em fazer maldade. Em provocar o outro até o limite da urbanidade ...
E quando essa pessoa, ainda é uma criança?
É possível acreditar que uma criança ainda na sua infância manifeste a sua maldade?
Não sou psicóloga (sempre quis sê-lo), mas no meu entendimento o caráter do indivíduo é construído aos poucos, mas a sua índole já é ruim ou boa, desde a sua concepção.
Soa meio lambrosiano demais, mas é isso mesmo.
Eu, segrego mesmo as crianças ruins ... a mim, só interessam as boas de coração, as que os olhos brilham de emoção, as que sorriem com os olhos e as que inspiram total confiança.
As criancinhas ruins que me desculpem, mas parafraseando Vinícius de Moraes, a inocência da infância é fundamental!

#mãeconsternadaporoutramãe

15 de março de 2011

Tem mãe que não se enxerga!

Deus me livre de ser uma mãe controladora ...
Deus me livre de ser uma mãe controladora ...
Deus me livre de ser uma mãe controladora ...

Que eu consiga dar amor e segurança, sem armas cravadas nos dentes em defesa de uma pobre criatura, pequenina, pura, ingênua e indefesa ... de 17 anos de idade!!!!

... Ah! Se a minha orelha falasse!!!!

Mãe ocupada

Puxa vida!
Ninguém me explicou que essa história de ser mãe moderna, implicava em ter que trabalhar (árduamente) e deixar a filha doente em casa ...

Perdi!
Quando estou no trabalho, penso na bebê em casa com febre, mas ... pasmem: quando estou em casa, só penso no trabalho a fazer na Coordenação.

A criança!
Fica bem ... eu é que me esfrangalho em divisões morais e culpas enraizadas pela criação do meu próprio caráter.

Marido?!?
Nessa altura do campeonato, o pobre do marido nem existe!
Coitado, é relegado às migalhas do pouco tempo que sobra entre tomar banho, escovar dentes e me alimentar (não propriamente digo que faço tudo isso como gostaria, pois o banho poderia ser mais demorado, o fio dental melhor passado e a comida mastigada 20 vezes, como manda a nutricionista).

E, eu?
Bem, eu continuo trabalhando. Pensando na Malu em casa ... sozinha, sem a mãe desnaturada por perto!
Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa!